Você conhece a EMPRESA que você está divulgando nas REDES SOCIAIS??




TELEXFREE: PENSANDO EM PROCESSAR QUEM TE CADASTROU? VÍTIMA DO ACRE TEVE GANHO DE CAUSA


VOCÊ QUE ATÉ HOJE AMARGA DOR E DESGRAÇA POR TER PERDIDO TUDO NA YMPACTUS-TELEXFREE, SAIBA QUE EXISTE UM PRECEDENTE JURÍDICO, DANDO GANHO DE CAUSA PARA UM DIVULGADOR, QUE ABRIU PROCESSO NO ACRE, POR DANOS MORAIS. LEIA ATENTAMENTE ABAIXO A DECISÃO QUE DEU RAZÃO AO SENHOR GETÚLIO SOUZA OLIVEIRA. ELE TEVE DIREITO A UMA INDENIZAÇÃO DE R$ 9,3 MIL. QUEM VAI PAGAR? O PIRAMIDEIRO VAGABUNDO ESTELIONATÁRIO QUE O ENGANOU, O CADASTROU, E A QUEM GETÚLIO METEU NA JUSTIÇA.






A decisão foi assinada pelo juiz de Direito Manoel Pedroga, titular da unidade judiciária, e publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta sexta-feira (6).

Alegações
De acordo com os autos do processo nº 0000045-48.2015.8.01.0010, José Oliveira ajuizou a ação, alegando em síntese, “que fez um empréstimo em sua conta do Banco do Brasil no valor de R$ 9,3 mil em 52 parcelas de R$ 360 e repassou o dinheiro para o reclamado no dia 04 de março de 2013”. As partes teriam firmado um acordo, sendo que Vinícius Lins ficaria de pagar as parcelas do empréstimo. Ocorre que o reclamado pagou somente 12 parcelas e, desde abril de 2014, deixou de efetuar o restante do pagamento. Por diversas vezes, o reclamante tentou negociar o débito, mas “Vinícius estaria se esquivando, apenas prometendo que iria pagar”, o que não aconteceu até a presente data.








A decisão





Manoel Pedroga sustenta que “a Telexfree constitui uma sistema de pirâmide financeira que exigia o mínimo esforço e pouco tempo para que as pessoas ganhassem dinheiro, entre outros, destacando-se, que quanto mais pessoas o “divulgador” (no caso o reclamado) recrutasse para fazer parte ‘da empresa’, mais lucro ele obtinha”.

De acordo com o juiz, pela a análise da reclamação, dos depoimentos das partes e contrato/regulamento, “dúvida não paira que o reclamado era diretamente e indiretamente beneficiado quando novas pessoas entravam em sua rede”.






Manoel Pedroga assinalou que se trata na verdade de um “esquema de ganhar dinheiro fácil, mesmo sabendo do risco do negócio, criando uma situação falsa para o reclamante, que se dispôs da quantia R$ 9,3 mil, sem notar que estava sendo lesado em seu patrimônio; portanto, deverá o reclamado ser visto como causador do dano noviço e ilícito”.